Amigos me desculpem, a data correta do post é:
Terça-feira, 20 de maio de 2008.

Finalmente vim atualizar este meu Cantinho que adoro, agradeço todos os recadinhos que venho recebendo, e os presentinhos tenho guardado todinhos, mas não estou podendo publicá-los em minhas salinhas pois, tentando me organizar mais, acabei fazendo uma grande confusão por aqui. Nooosa vocês nem imaginam...

Mas um dia consigo reorganizar tudo de novo, pelo menos assim espero... Aí irei publicá-los, ficará lindo, pois recebi presentinhos maravilhosos.


A algum tempo recebi esta mensagem de uma amiga virtual muito especial, minha querida Sol, e guardei na intenção de algum dia compartilhá-la com vocês:
IDENTIFICAÇÃO VIRTUAL DAS ALMAS
O mundo foi crescendo, crescendo,
as pessoas se distanciando cada vez mais.
Cada uma carregando sua solidão,
encobrindo seus sonhos, se esquecendo de rir,
escondendo suas lágrimas.
Trancando seus melhores Sentimentos
numa caixa escura, sem coragem para abri-la.
Nosso mundo interior não cabe
mais no mundo exterior.
Ninguém tem tempo nem espaço.
Todos têm compromissos, horários, agendas lotadas...
Consigo mesmo.
Seja a trabalho, diversão, descanso...
E Deus olhando lá de cima, pensou:
- Neste mundão enorme, ainda existem pessoas
que querem abrir sua caixa escura,
mostrar para uma outra o
que ela guarda tão escondido...
E ainda têm pessoas que gostariam de
conhecer o conteúdo dessas caixas
e poder abrir as suas, também.
Mas a terra cresceu tanto,
há tantos lugares, distâncias...
Então Deus concedeu ao homem
a magia de poder estar em qualquer
lugar do planeta em segundos e de
estabelecer contato imediato com
aqueles que desejavam abrir
suas caixas.
Surgiu daí a INTERNET.

E assim...
Conheci você !!!
Obrigado por sua existência em minha vida....
Sendo virtual ou real...
você tem seu espaço em meu coração.
(desconheço o autor)

E agora uma oração para os sofredores da NET:
Uma ótima semana a todos!!!

:: Postado por
Zica
às
08h38
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Olhem só o recadinho que recebi das meninas lá do Clube da Melhor Idade:
Oi Zica, tudo bem? Passamos pra te avisar que seu blog entrou em votação esta semana lá no clube. Solicite a seus amigos seus votos. Boa sorte. Uma feliz semana pra você. Beijos
Sandra,Marie e Betty | Homepage | 04.01.08 - 9:25 am | #
Portanto gente, conto com seus votinhos, é só clicar aqui:

http://amigosdoclube.zip.net/salavotos.html
Queridas Amigas do Clube agradeço o carinho que sempre recebo de vocês, tenho imenso prazer em participar deste Clube Maravilhoso, vocês são D+

Minha mensagem de hoje recebi por E-mail de minha amiga Lucia Helena Araújo de Paula, achei lindo e quero compartilhar com vocês.
PERDAS & GANHOS
® Lílian Maial
Não! Não é resenha do livro de Lya Luft, embora a companheira saiba muito tanto de perdas, quanto de ganhos.
Divago aqui sobre os ganhos ao longo da vida, o que se vai conquistando a cada dia sem perceber, como a capacidade de enxergar, ouvir, cheirar, tocar, sorrir, amar. Isso é dádiva!

Não costumamos enumerar, por dia, o “quantum” de ganhos, somente as perdas. Não temos o hábito de agradecer o fim dos dias inteiros e vivos. Deveríamos, porque muitos não terminam.
Quantos de nós reparamos em nós mesmos, em nossos companheiros, nossos filhos em detalhes? Quantas vezes os observamos num dia, os abraçamos de verdade, mas aquela verdade de quem teme perder?
No entanto, por haver tantos e infindáveis ganhos diários, não vamos percebendo o que se ganhou naquele dia especificamente, o quanto nos foi permitido usufruir o ganho. Até que começamos a perder.
Não temos direitos sobre o que nos é dado receber, que não o de usufruir enquanto os temos. Mas isso, só descobrimos quando perdemos.
Ganhamos o carinho dos pais, a comida, o abrigo.
Ganhamos instrução, brincadeiras, conhecimento. Ganhamos corpo, prazer, amor. Ganhamos ambição, a luta para construir um futuro, ganhamos um cônjuge. Ganhamos casa, carreira, filhos.
Ganhamos status, amigos, alguns desafetos, beleza, poder.

Até que vem a primeira perda, que pode ser um emprego, um cargo, um parente, um dente, um ovário, um seio, o cabelo, o cônjuge.
Não estamos definitivamente preparados para as perdas, e não fazemos nada quanto a isso.
Tento estabelecer um equilíbrio entre perdas e ganhos, e fazer um balanço sincero no interior, determinar prioridades, cumprir metas.
Eu quero ser feliz. Essa é a minha meta. E não é ser feliz lá longe, amanhã, num futuro que não sei. É o hoje, o agora, e com o que eu tenho e posso.
Não adianta atribuir a riquezas e mordomias a minha felicidade, quando sei que minha vida é restrita ao que faço, ao que sou e aos que amo. E é aí, nessas simples e aparentemente pequenas coisas, que está a minha felicidade.
Hoje não troco um longo e delicioso abraço de um filho, recostado comigo no sofá, por programa nenhum.
Não busco nas amizades fúteis o significado do bem estar interior, nem em braços estranhos a razão do meu sorriso. Não!
Minha alegria sempre esteve e ainda está, mais do que nunca, no calor que emana do sol, no frescor que me vem com a chuva (e seu indefectível cheiro de mato molhado), nas águas do mar a me fazerem cócegas nos pés, nas asas de uma borboleta livre a me transportar para florestas imaginárias de cores surreais, no desabrochar das flores da minha varandinha, no inconfundível e absolutamente identificável cheirinho azedinho-doce das "nuquinhas" dos meus filhos, na confiança e certeza do olhar do amor, e na palavra e nos versos da poesia que me escrevo, na minha liberdade interior de pensar e acreditar.

Sou um mar infinito de ganhos, com algumas manchas de óleo de perdas, que insistem em matar meus peixes e entranhar um odor desagradável de tristeza. Mas vêm as ondas, as marés, como os ciclos lunares, como o sangue que me revigora e me sangra de vida, que ainda perderei, mas que me inflama enquanto pulsa.
Recuso-me a deixar pender o lado das perdas nessa balança.
Sou dona desse bingo, sou proprietária desse cassino, e a roleta não é viciada para perder.
Tenho perdas sim, e ainda as terei mais e mais, cada vez mais, pois a perda é a fome da manutenção indefinida do ganho.
Perdemos quando não conseguimos mais ganhar, ou quando nos é tirado o ganho. Precisamos usufruí-lo, enquanto o temos nas mãos.
Não há como impedir as perdas, mas há como viver os ganhos intensamente, como nunca ninguém viveu, e sobreviver às perdas no sabor dos ganhos.
Em cada situação da vida há escolhas, e escolhas implicam em perdas.
Mas pombas, também implicam em ganhos! A felicidade está em não se valorizar tanto as perdas, mas os ganhos. Não chorar pela infância perdida, mas pelas possibilidades da vida adulta.
Pelo frescor da pele, mas pelo conhecimento da experiência. Pelo viço da mocidade, mas pelo prazer da maturidade.
Eu tenho medo de perder os que amo. Tenho medo de perder a liberdade.
Tenho medo de perder o amor. Mas de tudo, o que mais tenho medo de perder é a capacidade de reconhecer meus ganhos.

Agora uma piadinha sobre essa tortura dos tempos modernos:

Até mais queridos e não esqueçam de deixar seus votinhos lá no Clube.

:: Postado por
Zica
às
06h10
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